sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Eles merecem tomar porrada - Parte I

Isso que eu vou contar acontece comigo direto... às vezes penso que preciso voltar a abraçar uma religião. Mas, pra abraçar pra valer, vai ter que ser uma com seios beeeeeem fartos...

O cara (eu) tá lá, dirigindo o seu veículo automotor, feliz da vida. Velocidade razoável, sonzinho rolando... rola té uma cantoria... tra lá lá lá lá... tchu ru ru rum...

Uns 50 metros (sei lá, as medidas para mim são uma incógnita) à frente, eis que aponta um pau-véio (pau-véio: veículo automotor caindo aos pedaços). Ele vem de lá (lá: querendo entrar na minha pista).

É mais que óbvio, pelo menos para mim, que não dá pro cara entrar na minha frente. Nenhum outro veículo automotor vindo atrás de mim, diz a minha parca (parca: parca) inteligência que basta esperar que eu passe.

Mas não, não, não... Definitivamente... não!

O gênio das pistas, o mago dos cálculos do tempo e do espaço, o Barrichello das metrópoles, decide entrar... bem na minha frete... porra!!!

Eu breco (brecar: frear), lá se vão minhas compras para o chão, lá se vai um pouco dos meus freios e também dos meus nervos.

Acabaria bem por aqui, mas o infeliz decide dirigir a 23.5Km/hora, numa pista que não dá passagem.

Lá se foi também a minha paciência...

Esse cara merece tomar porrada!

Um comentário:

IMORTAL disse...

HAHAHAHA, muito bom Paulo, descrevesse muito bem o que muita gente, eu me incluo nessa lista, sente com essas malas no transito, mas sem sempre são veiculos caindo aos pedaços, às vezes também aparecem alguns vectras e omegas com essa linha de raciocinio. ötimo blog, abraço